E depois daquela maldita conversa contraditória, uma luz acendeu em minha mente. Eu pensei em todos os momentos, em todas as coisas e só consegui ligar alguns pontos... Ele dizia que gostava de mim por eu ser quem eu era. Dizia que eu não precisava mudar, mas a única coisa que ele tentava o tempo todo, era tirar algo que em mim não era eu. Eu sabia que não era eu, mas ele insistia em saber melhor de mim que eu mesma...
Ele disse que gostava do brilho dos meus olhos, que meu sorriso era encantador e não existia desenho mais bonito que as curvas do meus cabelos. Disse que eu era inteligente e divertida, mas que precisava que eu destrancasse meus sentimentos...
Então eu soube que ele não sabia o que estava falando, porque se me amasse de verdade, saberia que eles estão todos expostos e gostar de mim não deveria ser tão superficial.
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